A pergunta tem cabimento. Li, indignado, a nota de Ancelmo Góis, em 2 de janeiro, em sua coluna em “O Globo”:
“O Lobão francês – Não é só no Brasil que tem gente, como os ministros Edison Lobão e Reinhold Stephanes, que vive torpedeando as leis em defesa do meio ambiente. O Conselho Constitucional da França considerou ilegal a lei sobre imposto pela emissão de carbono de Sarkosy”.
Sem procuração do ministro Reinhold Stephanes, digo que nada é mais injusto que tal afirmação. Ouso mesmo afirmar que, nas últimas três ou quatro décadas, nunca tivemos um ministro da Agricultura com tanta capacidade para compreender as dificuldades e anseios dos agricultores e pecuaristas do País e enfrentar com decisão, serenidade, firmeza e autoridade os problemas de sua pasta. O ministro não é inimigo do meio ambiente só porque se dedica à defesa do homem do campo, que provê a mesa farta que os brasileiros têm a seu dispor, e a preços pouco encontrados no mundo.
Será que Ancelmo Góis tem conhecimento real de toda a problemática que envolve o binômio produção agropecuária/meio ambiente, aqui e no exterior – pois também investe no Conselho Constitucional da França –, para transformar afirmações feitas em sua coluna em dogmas irrefutáveis?
Perdoe-me o jornalista, mas, como eu não me atrevo, embora tentado, a apontar no seu texto deslizes em relação às qualidades da linguagem escrita, também ele deveria analisar com menos afoiteza e despreocupação temas que não são de sua área. Meio ambiente é coisa séria. Produção agropecuária também.







Boa noite Sr José R. Cavalcanti.
Em primeiro lugar parabenizar pelo teu posicionamento. Seguidamente nos que produzimos e alimentamos não só o Brasil como boa parte da população mundial, somos bombardeados por jornalistas e boa parte dos filósofos do asfalto. Estes nunca saíram no campo, torraram sobre um sol escaldante ou mesmo embarraram seus sapatos de grife em um lavoura ou campo encharcado. Só conhecem o campo pela tela da tv ou filme de cinema. Trabalho com setor de produção de carnes e não passa ano que vem uma reportagem acusar a avicultura para obter os desempenhos atuais com a utilização de hormonios. Esta acusação é tão descabida que a cada reportagem bombástica as entidades do setor passam meses dando explicações que a utilização de hormonio é totalmente inviável e tecnicamente impossível e desnecessário na moderna avicultura. Isto sempre me lembra de uma mulher criada no asfalto da cidade mas que adorava sagu uma sobremesa comum em todo sul do Brasil. Pois bem o maior desejo dela era conhecer o pé de sagu pois imaginava que era uma árvore frondosa que derramava cachos e mais cachos de frutinhas redondas pequenas e branquinhas . Como se colheria tal iguaria?
É este tipo de pessoas que muitas vezes leem
qualquer bobagem publicada e sem nenhum poder de análise acreditam em tudo que um äsfaltano”(indivíduo do planeta do asfalto) escreve sem nenhum conhecimento.
Grato.
Adriano Coutinho
CRMV/RS-2903
Sr.José gostei de ver as palavras ditas pelo Sr. quanto ao ministro,pois ele é um batalhador,o que ñ pode é pessoas que ñ sabe nem por onde começa uma fazenda dar palpites errados,e tem mais valor que a gente que batalha dentro de uma propriedade de pecuária e sabe quanto é o lucro de um boi gordo que se coloca no bolso,também já morei vizinho de vocês morei na cidade de Porangatú,abraços pra vocês do Nelore IRCA.